O que é ClevaFoam?

O que é ClevaFoam® 

ClevaFoam® é o único produto que possui comprovação científica em reduzir a pressão sob a cabeça do bebê em 50% , enquanto oferece 80% mais apoio, contribuindo na prevenção da Síndrome da cabeça chata (Plagiocefalia).

Pesquisado e desenvolvido em parceria com a Universidade Trinity College, em Dublin, a espuma ClevaFoam® possui comprovação científica em reduzir significativamente o risco do bebê desenvolver  Plagiocefalia também conhecida como Síndrome da cabeça chata, comum em bebês recém nascidos.

O que é Plagiocefalia?

O que é Plagiocefalia?

Plagiocefalia Deformacional, é uma condição médica mais comumente conhecida como “Síndrome da Cabeça Chata”, que ocorre quando a cabeça do bebê achatasse e /ou deformada devido ao apoio contínuo em uma superfície que não dá suporte ao formato da cabeça do bebê.

A cabeça dos bebês é macia para permitir a passagem através do canal no parto e, em seguida, permitir o incrível crescimento cerebral que ocorre durante o primeiro ano de vida. Durante os primeiros meses de vida, a cabeça do bebê está mais suscetível a ser “moldada” em uma forma plana ou tomar a forma da superfície em que a cabeça fica em contato.

A Plagiocefalia se desenvolve quando a cabeça do bebê, que cresce rapidamente, tenta expandir e encontra algum tipo de resistência – tanto antes no parto, no útero da mãe, ou mais comumente após o parto, pois a parte traseira ou lateral da cabeça do bebê é pressionada contra o colchão, cadeirinha de carro ou outra superfície plana.

Esta condição afeta muitos bebês, especialmente desde a introdução da campanha que recomenda que o bebê durma de barriga para cima, introduzida em 1994, e que teve avanços significativos na redução do número de Morte Súbita do Lactente, com uma estimativa de redução em 46% em alguns países. No entanto, como resultado dessa posição para dormir houve um aumento na ocorrência da Plagiocefalia, que atualmente tem tomado uma proporção epidêmica de acordo com a Academia Americana de Pediatras (AAP), afetando quase 50% dos bebês com a idade de 2 anos. (www.aap.org, 2013)

Bebês que sofrem de torcicolo também estão em risco de desenvolver a Plagiocefalia, devido à natureza da condição, que é um músculo apertado ou reduzido em um dos lados do pescoço que faz com que a cabeça incline-se para um lado, resultando em que o bebê repouse a cabeça sempre na mesma posição.

Um relatório emitido pela AAP apontou os efeitos de desenvolvimento a longo prazo em crianças com Plagiocefalia. Mais evidências ainda estão surgindo, mas já foi reconhecido pelos médicos que os efeitos da Plagiocefalia não se limitam a estética.

Crianças com Plagiocefalia compreendem um grupo de alto risco em desenvolver sutis dificuldades durante os anos de idade escolar. Muitos estudos têm indicado outras questões, incluindo o relatório Miller e Clarren (Robert I Miller), que mostra que 39,37% dos pacientes com Plagiocefalia necessitam de um programa de educação individual. Em um relatório divulgado pelo Jornal de Pediatria de Desenvolvimento  e Comportamental sobre as implicações do desenvolvimento neurológico da Plagiocefalia Deformacional mostram que 33% dos pacientes apresentaram de leve a significativos problemas de desenvolvimento mentais quando medidos contra o Índice de Desenvolvimento Mental – BSID- III (MDI).  Outros estudos indicam que, antes de qualquer intervenção, as crianças com Plagiocefalia Deformacional mostram atrasos tanto no desenvolvimento mental quanto psicomotor. Também destaca-se que nenhuma criança com Plagiocefalia Deformacional mostrou desenvolvimento acelerado. (Kordestani, 2006)

Mudança no Tratamento da Plagiocefalia

Mudança no Tratamento da Plagiocefalia

Nos últimos anos, a utilização de capacetes ortopédicos têm sido usado para corrigir a simetria das cabeças de crianças e cada vez mais a cirurgia foi realizada. Um estudo recente publicado pelo Jornal de Medicina Britânico, sobre o uso de capacetes de órteses e faixas, utilizados por crianças a partir dos 6 meses até 23 horas por dia por um período típico de três meses, mostra que estes não funcionam e o resultado do tratamento  é tão insignificante que a utilização dos mesmos foi desencorajada. (BMJ, 2014). Além disso, o relatório também afirma que os bebê sentem-se desconfortáveis e os pais acharam difícil o uso.

Uma certa quantidade de posição de bruços, enquanto o bebê está acordado e sendo observado, é recomendada para ajudar a prevenir o desenvolvimento da Plagiocefalia. Isso também irá facilitar o desenvolvimento da força da parte superior do corpo, necessária para a realização de importantes desenvolvimentos  motores. Deixar o bebê por períodos prolongados em caderinhas de carro e balanços é uma ação que deve ser desencorajada.

Dr. Genevieve Keating relata que “As crianças que têm menos interferência no sistema nervoso têm uma melhor chance de dar sentido a seu mundo e seu lugar nele. Eles têm uma melhor oportunidade para desenvolver bons padrões motores e equilíbrio, boa regulação emocional e melhores estratégias de aprendizagem para o futuro. “(Keating).

Este é um dos principais motivos pelo qual o prof. Michael J Earley, cirurgião craniofacial do Hospital Infantil da Universidade de Dublin, aprovou ClevaFoam® dizendo: “Tendo trabalhado com a Universidade Trinity College sobre este produto, eu sou totalmente a favor deste dispositivo, pois a  cirurgia craniofacial é o último recurso e é melhor a prevenção do que remediar. ”

Fatos Importantes

Fatos Importantes

  • O crânio de um bebê é composto de várias seções de osso, conectados por articulações fibrosas chamadas suturas, que irão se fundir mais tarde. Durante os primeiros meses de vida da criança, o próprio crânio é macio e maleável.

 

  • A Plagiocefalia ocorre quando o crânio macio da criança se aplana em uma área, devido à repetitiva pressão naquela parte específica da cabeça.

 

  • Muitos bebês desenvolvem Plagiocefalia por dormir regularmente em uma mesma posição, ou por passar o muito tempo sentado na mesma posição em um assento de carro ou cadeirinha de balanço.

 

  • A Plagiocefalia ocorre mais frequentemente em bebês prematuros, cujos crânios são ainda mais flexível do que dos outros bebês. Esses bebês podem passar grande parte do tempo deitados enquanto recebem tratamento para outras complicações médicas.

 

  • Os médicos atualmente reconhecem que Plagiocefalia não se limita apenas a estética.

 

  • A espuma ClevaFoam® é o único produto cientificamente comprovado em reduzir a pressão na parte de trás da cabeça do seu bebê em 50%, e aumentar o apoio em 80%, contribuindo assim para evitar a Síndrome de Cabeça Chata (Plagiocefalia).

 

  • Desenvolvido visando a segurança, a espuma ClevaFoam® é leve e respirável com reduzida retenção de calor, tornando-a  adequada para bebês.

Pesquisa da Universidade Trinity College

Pesquisa da Universidade Trinity College

Em colaboração com a mundialmente conhecida Universidade Trinity College, em Dublin, a ClevaMama® realizou um estudo abrangente sobre a Plagiocefalia Deformacional ou Síndrome da Cabeça Chata. Essa pesquisa levou ao desenvolvimento da espuma ClevaFoam®, a única ajuda não-invasiva comprovada em ajudar na prevenção e correção da Síndrome da Cabeça Chata.

Os pesquisadores do Centro de Bioengenharia, da Universidade Trinity College,  realizaram uma análise biomecânica de contato entre um crânio infantil e diferentes materiais de apoio durante o repouso na cama. A espuma ClevaFoam® foi comprovada em reduzir a pressão sob o crânio de uma criança que agrava a Síndrome da Cabeça Chata em até 50% e aumentar o apoio em 80%. O estudo descobriu que tanto a distribuição de tensão na cabeça do bebê, quanto a densidade de energia de deformação foi menor ao usar produtos contendo a espuma ClevaFoam®.

Resumo Executivo

Resumo Executivo

A Plagiocefalia Deformacional é uma condição médica, comum na infância, caracterizada pela planicidade de regiões do crânio devido à incidência de pressão concentrada no local. Sua ocorrência tem crescido dramaticamente desde o início das recomendações para posicionar o bebê de barriga para cima durante o sono, como medida preventiva para a morte súbita. Embora existam muitas opções de tratamento, existe a possibilidade de se utilizar dispositivos passivos durante as primeiras semanas e meses após o nascimento, quando as crianças são mais propensas ao desenvolvimento desta condição, devido aos níveis relativamente baixos de atividade.

Um estudo foi realizado com o objetivo de investigar o uso de travesseiros de espuma de poliuretano (especificamente um Travesseiro ClevaFoam® da Clevamama®), como meio de reduzir a pressão de contato na região occipital (parte posterior) do crânio do bebê durante a posição de repouso com a barriga para cima. Caracterizações preliminares da (i) ClevaFoam® espuma usada no travesseiro e (ii) um colchão infantil genérico foram utilizados para definir as condições de suporte para as análises desejadas. Um modelo de elementos finitos do crânio de uma criança foi construído, levando em consideração as características estruturais, para a análise do comportamento de contato do crânio. Simulações do crânio foram realizadas para (i) repouso normal em um colchão genérico e (ii) repouso em um travesseiro de espuma ClevaFoam®, o qual foi por sua vez, suportado pelo colchão (i). A espuma e colchão foram caracterizados com sucesso para os propósitos do estudo.

Simulações de dois casos de repouso deitado previram que a utilização do travesseiro ClevaFoam® pode reduzir a pressão principal de contato na região occipital através do aumento da área de contato e resiliência. Além do mais, a carga local no tecido também mostrou diminuição com o uso do travesseiro ClevaFoam®. As previsões do estudo foram feitas dentro da faixa de valores caracterizados na literatura.

Concluindo, simulações de repouso de um crânio infantil com (i) um colchão para infantil genérico e (ii) um Travesseiro ClevaFoam®  da Clevamama® apontam que a hipótese de usar o travesseiro desta espuma pode reduzir a pressão de contato principal na região occipital devido ao aumento da área de contato através de maior deformação elástica.

 

Resultados

As análises de deformação de cada modelo (Figura 13) mostram que o travesseiro ClevaFoam®  deformou mais que o caso mais rígido do colchão. Além disso, a maior área de contato entre o crânio e seu suporte foi prevista pela condição de suporte do travesseiro ClevaFoam®  (Figura 14) – 2,959mm2 para o colchão e 5,644mm2 para o travesseiro. Esse aumento na área de contato pelo suporte do travesseiro leva a uma redução da pressão de contato (força de contato por unidade de área) uma vez que a força (carga gravitacional, de 8,55N) é a mesma para os dois. Ao fim, o suporte do colchão mostrou aplicar uma pressão de contato média de 2,9 KPa para o crânio, enquanto o travesseiro aplicou uma pressão média de 1,5 KPa.

fig 13

                  Figura 13: Vista em corte transversal das áreas de contato entre o crânio e cada material de suporte: (a) colchão e (b) travesseiro de espuma. Regiões em amarelo indicam áreas de contato entre os          diferentes organismos do modelo.

fig 14

                   Figura 14: Visão oblíqua das áreas de contato da região occipital (regiões em amarelo) para (a) o colchão e (b) a condição de suporte do travesseiro de espuma. A maior área de contato está representada pelo modelo do travesseiro de espuma.

Um benefício do uso do método de elementos finitos é a habilidade de prever cargas internas e deformação de tecidos. Duas medidas de carga foram examinadas pelos dois modelos: Von Mises stress (indicação das forças geradas dentro do tecido) e densidade de energia de deformação (indicação da energia de deformação). Linhas de tensão (Figura 15) mostram que a tensão não estava distribuída uniformemente dentro da região de contato. Concentrações locais foram previstas ao redor das regiões de sutura para ambos os modelos. Em particular tensões localizadas nessas regiões foram maiores em uma magnitude mais alta do que a pressão de contato humana. Além disso, observou-se uma região mais extensa de tecido altamente carregado na região occipital do suporte do colchão. Esta tendência foi mais observada quando examinada a densidade da energia de deformação do tecido externo do crânio (Figura 16). Ambas, tensão e densidade da energia de deformação foram mais localizadas nas suturas para a condição de suporte do travesseiro. Em geral, as tensões foram relativamente baixas (< 25 KPa) na região occipital para ambos os modelos.

fig 16

                      Figura 15: Distribuição Von Mises de Tensão na região occipital do crânio para cada tipo de suporte: (a) colchão e (b) travesseiro de espuma. Tensões menores foram observadas para a condição de suporte do travesseiro.

fig15

                    Figura 16: Densidade da Energia de Deformação para a região occipital do crânio para cada tipo de suporte: (a) colchão e (b) travesseiro. Densidades de energia de transformação menores foram observadas na condição de suporte do travesseiro.

Conclusões

Concluindo, simulações do crânio de uma criança, na posição de repouso com a barriga para cima em contato com dois materiais de suporte diferentes, (i) um colchão infantil genérico e (ii) um Travesseiro ClevaFoam® da Clevamama®, apontaram a hipótese de que o uso do travesseiro de espuma de poliuretano pode reduzir a pressão de contato principal da região occipital (parte posterior) devido ao aumento da área de contato através de maior deformação elástica. Este estudo representa o primeiro passo na determinação do ambiente mecânico do tecido na região de contato da cabeça de uma criança, em posição de descanso de barriga para cima. A habilidade de estudar este ambiente mecânico abre a possibilidade de estudos mais aprofundados sobre o papel da carga mecânica no desenvolvimento da Plagiocefalia Deformacional.

 

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